Bom dia Rural – 25/02/2026

Bom dia Rural

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Inovação e Sustentabilidade

🥛 Leite brasileiro apresenta emissão de carbono inferior à média mundial

Um estudo recente destacou que a produção de leite no Brasil possui uma pegada de emissão de gases de efeito estufa significativamente menor do que a média da pecuária leiteira global. De acordo com a pesquisa, a eficiência do sistema de produção brasileiro, baseado majoritariamente em pastagens e com avanços contínuos em genética e nutrição animal, permite uma menor intensidade de emissões por quilo de leite produzido. O levantamento reforça o papel do Brasil como um produtor sustentável e destaca que a adoção de tecnologias de baixo carbono no campo tem sido fundamental para posicionar o produto nacional de forma competitiva frente às exigências ambientais dos mercados internacionais.

Leia mais em: Globo Rural

Mercado e Investimentos

⛽ Raízen projeta solução para problemas operacionais em alguns meses

O CEO da Raízen, Nelson Gomes, afirmou em conferência com analistas que a companhia terá uma “solução definitiva” para os desafios operacionais enfrentados recentemente em suas usinas de açúcar e etanol dentro de alguns meses. Mussa buscou tranquilizar o mercado ao explicar que os problemas de performance industrial já foram identificados e estão sendo corrigidos com ajustes técnicos e investimentos em manutenção preventiva. A gigante do setor sucroenergético mantém o otimismo com a recuperação das margens, destacando que a estratégia de foco em eficiência e na integração da cadeia produtiva permitirá que a empresa retome seus níveis históricos de produtividade, consolidando a confiança dos investidores na resiliência do seu modelo de negócio para as próximas safras.

Leia mais em: The AgriBiz

🌎 Brasil desponta como principal beneficiado por novas tarifas dos EUA

Um estudo recente de comércio internacional aponta o Brasil como o país com maior potencial de ganho diante das novas barreiras tarifárias impostas pelos Estados Unidos a outros parceiros globais. A análise indica que a taxação de concorrentes diretos amplia a competitividade de produtos brasileiros, especialmente nos setores do agronegócio e da indústria de base, que podem ocupar fatias de mercado anteriormente dominadas por exportadores asiáticos e europeus. Embora o cenário abra uma janela estratégica para ampliar a presença brasileira no mercado norte-americano, especialistas alertam para a necessidade de cautela frente à volatilidade das políticas comerciais e ao risco de retaliações que podem desestabilizar as cadeias globais de suprimentos.

Leia mais em: Agro Estadão

Logística e Comércio Exterior

🌽 Brasil realiza primeiro embarque de DDG de milho para a China

O setor logístico e comercial brasileiro atingiu um marco histórico com o envio da primeira carga de Grãos de Destilaria Secos (DDG) para o mercado chinês, partindo do Porto de Imbituba, em Santa Catarina. A operação, que envolve cerca de 62 mil toneladas do subproduto do etanol de milho, representa a abertura de uma nova e importante fronteira para as exportações do agronegócio nacional. A iniciativa é vista como estratégica para equilibrar o excedente de produção da indústria de etanol e atender à crescente demanda asiática por insumos de nutrição animal, consolidando o Brasil não apenas como um gigante na exportação de grãos in natura, mas também de produtos processados de alto valor agregado.

Leia mais em: Agro Estadão

🚫 Brasil suspende importação de cacau da Costa do Marfim por risco fitossanitário

O Ministério da Agricultura anunciou a suspensão temporária das importações de amêndoas de cacau vindas da Costa do Marfim, o maior produtor mundial da commodity. A medida foi tomada após a identificação de riscos fitossanitários que poderiam ameaçar a sanidade das lavouras brasileiras, visando proteger a produção nacional de possíveis pragas exóticas. A decisão impacta diretamente as indústrias processadoras de chocolate no Brasil, que recorrem ao mercado marfinense para suprir o déficit de oferta interna, e deve pressionar as cotações locais enquanto o setor busca origens alternativas para manter o abastecimento das fábricas.

Leia mais em: Globo Rural

Clima

🌱 Colheita da soja atinge 32,3% e segue abaixo da média histórica de cinco anos

Nesta terça-feira, 24 de fevereiro de 2026, os dados mais recentes indicam que a colheita da safra de soja no Brasil atingiu 32,3% da área total plantada, mantendo um ritmo inferior à média observada nos últimos cinco anos para este período. O atraso nos trabalhos de campo é atribuído principalmente à irregularidade climática e ao excesso de umidade em regiões produtoras chaves, o que tem dificultado a entrada das máquinas nas lavouras. Apesar do progresso lento em comparação ao histórico, os produtores monitoram as janelas de tempo firme para acelerar a retirada do grão, de olho no cumprimento do calendário para o plantio da segunda safra de milho, que depende diretamente da liberação das áreas de soja.

Leia mais em: Agro Estadão

Cotação

🫘 Preços do feijão estabilizam após sequência de altas no mercado nacional

Nesta terça-feira, 24 de fevereiro de 2026, as cotações do feijão nas principais praças produtoras do Brasil apresentam estabilidade, interrompendo o ciclo de valorizações observado recentemente. De acordo com a análise da Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA), o mercado passa por um momento de equilíbrio entre a oferta remanescente da safra de verão e a demanda dos empacotadores, que operam com cautela à espera de novas definições sobre a qualidade dos grãos. Embora os preços se mantenham em patamares firmes, a tendência para os próximos dias depende do comportamento do consumo na ponta final e do ritmo de colheita nas regiões que ainda possuem áreas pendentes, garantindo um cenário de suporte para o produtor rural no curto prazo.

Leia mais em: CNA

🌾 Cotação do arroz no RS equivale à metade do esperado pelos produtores

Nesta terça-feira, 24 de fevereiro de 2026, o mercado do arroz no Rio Grande do Sul enfrenta um cenário desafiador, com os preços praticados equivalendo a apenas metade do valor esperado pelos orizicultores para cobrir os custos e garantir a rentabilidade da safra. Segundo especialistas ouvidos pela CNN Brasil, a pressão sobre as cotações decorre de uma combinação de oferta elevada no período de colheita e uma demanda retraída nas indústrias beneficiadoras, que operam com estoques regulados. Esse descompasso entre as expectativas do campo e a realidade do mercado físico acende um alerta para a sustentabilidade financeira dos produtores gaúchos, que buscam alternativas de comercialização e apoio institucional para enfrentar a desvalorização do grão no principal polo produtor do país.

Leia mais em: CNN Brasil


Tenham, todos, uma ótima quarta-feira e uma excelente semana!

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