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Inovação e Sustentabilidade
💻 2025: 49 startups de IA já levantaram mais de US$ 100 milhões
O mercado de Inteligência Artificial (IA) nos Estados Unidos atingiu um marco em 2025: 49 startups já levantaram rodadas de financiamento superiores a US$ 100 milhões, igualando o número total de 2024 antes do final do ano. O capital segue abundante, com empresas como OpenAI captando US$ 40 bilhões e atingindo valuation de US$ 300 bilhões. O ritmo acelerado de investimento demonstra a corrida tecnológica do setor, com o capital de venture capital focado em empresas que desenvolvem soluções em hardwares, infraestrutura de IA e modelos de linguagem.
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⚖️ Congresso derruba maior parte da Lei Geral do Licenciamento Ambiental
O Congresso Nacional derrubou 52 itens vetados pelo Executivo na Lei Geral do Licenciamento Ambiental. Essa decisão restabelece trechos que autorizam a dispensa e a simplificação do licenciamento para diversas atividades, incluindo a manutenção de infraestrutura e atividades rurais com Cadastro Ambiental Rural (CAR) pendente. Além disso, a votação restabeleceu a autonomia de estados e municípios para definir critérios de licenciamento. A derrubada dos vetos, que foi criticada por parlamentares ambientalistas por contrariar compromissos internacionais, busca simplificar processos para investimentos e desenvolvimento, sem eliminar as exigências ambientais de fundo.
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🤝 Roberto Rodrigues: COP30 foi melhor do que o esperado
O ex-ministro da Agricultura e coordenador-geral do FGVAgro, Roberto Rodrigues, avaliou que a participação brasileira na COP30 marcou um salto histórico na projeção internacional da agricultura tropical do país e que a conferência foi “muito melhor do que esperávamos”. Rodrigues destacou que o Brasil conseguiu mostrar de forma concreta a dimensão tecnológica e sustentável do seu agronegócio na AgriZone (espaço da Embrapa em Belém), que recebeu mais de 40 delegações estrangeiras, que saíram “perplexas” com o nível de inovação. A conferência superou expectativas por ter inserido temas como biocombustíveis como prioridade para o próximo ciclo de negociações, reforçando que o agro brasileiro é parte da solução climática.
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Mercado e Investimentos
📉 Agroindústria “zerou” as perdas do trimestre no mês de setembro
A agroindústria brasileira “zerou” as perdas de produção acumuladas no trimestre ao registrar um forte crescimento no mês de setembro. Segundo o FGV Agro, o setor de produção de insumos foi um dos grandes destaques, com alta de 7,70%, impulsionado pelo avanço nas vendas de tratores, máquinas, defensivos e intermediários para fertilizantes. Outros setores, como o de produtos têxteis (5,80%) e produtos florestais (2,40%), também contribuíram para o resultado positivo, indicando uma recuperação da atividade industrial.
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📉 Itaú BBA projeta margens menores para todas lavouras em 2026
O Itaú BBA projeta que a safra 2025/2026 terá margens apertadas para todas as principais culturas do Brasil, com custos altos puxados pelos fertilizantes e preços globais fracos. As margens da soja devem cair de 45% para 33% e o milho de 40% para 30%. O arroz deve ter margem negativa, e o trigo permanece no prejuízo. O banco aponta o excesso de oferta internacional e a irregularidade climática como fatores de pressão, recomendando prudência comercial aos produtores.
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Logística e Comércio Exterior
🚢 Queremos ser uma trading brasileira com capilaridade global, diz sócio-fundador da Timbro
A Timbro Trading, que integra a Lista Forbes Agro100 2025, projeta um faturamento de até R$ 25 bilhões em 2025, consolidando-se em um modelo de trading multiprodutos que combina exportação, importação e mercado interno (açúcar, grãos, etanol, minérios). A estratégia foca na diversificação e gestão de risco (hedge), com a ambição de ser uma trading brasileira com alcance global. A empresa utiliza soluções financeiras para clientes e expandiu sua presença internacional com escritórios em hubs globais como Dubai, estratégico para as operações na África e no Oriente Médio.
Leia mais em: Forbes
Cotações
📉 StoneX reduz em 1% previsão para safra de algodão 25/26 do Brasil
A consultoria StoneX reduziu em 1% sua previsão para a safra de algodão 2025/2026 do Brasil, que agora é estimada em 3,695 milhões de toneladas, representando uma queda de 11% em relação ao ano anterior. A redução deve-se à reavaliação da área plantada, especialmente na Bahia (redução de 5% na semeadura), motivada pela frustração das expectativas de rentabilidade devido aos preços baixos do algodão no mercado global. O cenário também apresenta incertezas no Mato Grosso, onde o plantio da segunda safra pode ser impactado pelo atraso na semeadura da soja.
Leia mais em: Forbes
📈 Relação EUA-China impulsiona soja em Chicago; estabilidade no Brasil
O mercado futuro de soja na Bolsa de Chicago (CBOT) fechou com leve alta, impulsionado pela aproximação do feriado de Ação de Graças e pela retomada das compras chinesas de pelo menos 10 carregamentos de soja dos EUA (com embarques previstos para janeiro). O presidente Donald Trump destacou que as relações com a China estão “extremamente fortes”. No mercado físico brasileiro, os preços se mantiveram praticamente estáveis, com leve variação positiva em alguns portos, devido à queda do dólar e aos prêmios negativos para a nova safra, enquanto o produtor mantém o foco no plantio.
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Tenham, todos, uma ótima sexta-feira e um excelente fim de semana!
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About The Author
Ana Luiza
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Ana Luiza é graduanda em Administração na ESALQ-USP e atualmente integra a equipe da Rural, atuando como estagiária em Research e Conteúdo. Sua rotina envolve a curadoria de notícias, produção de relatórios e desenvolvimento de conteúdos sobre inovação no setor do agronegócio.
Ao longo da graduação, Ana Luiza teve experiências que reforçam sua afinidade com o agronegócio e a análise estratégica. Atuou no CEPEA (Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada), com foco na análise de mercado. Fez parte do grupo de extensão MarkEsalq, onde trabalhou com marketing e dados de engajamento nas redes sociais. E além disso, também integrou a EJEA (Empresa Júnior de Economia e Administração da ESALQ-USP), atuando com clima organizacional.
Motivada por aprender, se desafiar e gerar impacto, Ana Luiza acredita que a troca entre pessoas, conhecimento e propósito é o que transforma ideias em soluções.

